Olha que o amor me comoveu E se moveu caminhando lentamente Espero que não vá brevemente De risadas todo o ambiente encheu
Quem sabe nós estejamos enganados Mas somos tão amados Cuidamos um do outro, sim O seu olhar sincero repousando sobre mim
As vagas olhadas e as paisagens não podem explicar E foi-se que em suas mãos achei carinho E penso que antes vivíamos sozinhos Agora acho que não quero te largar
Perdoe garoto dos olhos verdes serenos Se tanto tenho receio em falar do amor Como se fosse sentimentos meros, pequenos É por causa do coração que ficou áspero de desabor
Sobre o tempo neste momento Voaram as palavras de minha língua Cansadas de estar a míngua No aguardo de qualquer acalento
Eis que caio para admirar O que construí sem derrubar? Sem ocasionar os maiores estragos O que ousei em tempos vagos? Sobre fatos do tempo enredado Não serve em mim tamanha grandiosidade Alguém dividiria comigo então a saudade Mas ninguém entende do que é intocado Sobre o tempo escondem-se lugares Os favoritos olhares Que eu sinto falta em receber Onde apenas eu posso ver ---Fran.Machado
Trouxe meus suspiros de repente Você, que a minha alma varria Eu sorria ao seu lado e você tão bem sabia (Aquele sonho no início do dia isso previa)
Que aquela noite mostraria seus olhos de perto Com as luzes da cidade tão viva e agitada Com a música alta, com a temperatura fresca, com a emoção Até com o incerto sendo suspeito de tirar a razão
E estou surpreendida É tanta emoção que estou prendida Ao intraduzível! Ao que não me cabe explicar e explicar
Sentir é ser surpreendido e não querer nada mais dizer Fechar os olhos e ao instante se render Que é estar tão perto...assim!
---Fran.Machado
(Primeiro poema do ano, abrindo com palavras felizes)
Não lute contra as minhas lágrimas, porque elas se sentem tão bem... E eu, eu vou lembrar como voar Desbloquear os céus em minha mente (Trecho da canção Secret Door- Evanescence)
Na desordem deste tempo insatisfeito Em frias conversas interiores busco achar Meu real ar, real amor, real eu
De cometer erros sempre fui um ser suspeito Ainda mais de a mesmice me largar Poderei despedaçar de como quem tanto sofreu
Eis que nem chorei tanto quanto antes Mas ensopei de lágrimas ao te desvendar Além do minha afeição e mentes desenganadas
Fragmentos do meu eu em nossos instantes É tão sofrido quando tentar te odiar Não quero me tornar um vestígio de coisas findadas
Porém, vou lembrar de quem sou sorrindo Te oferecer meu abraço de despedida por final Nem ódio naquele último olhar inoportuno
Finja então que não está de vez indo Até que você volte a meu sonho ser banal Vou te ofuscar de mim com a luz do tempo noturno --- Autoria: Franciéle R.Machado
Desejo a todos não só no Natal e no Ano Novo, mas sempre ter em si a magia de acreditar nos sonhos, a magia da união, de sempre ter esperanças. Fé em Deus, em Jesus, coragem e tudo o que nos impulsiona sempre a crescer mais. A todos os amigos Blogueiros e Blogueiras! =D
Com o ruído da televisão Eu projeto a minha distração Carente por alguma compreensão Assustei a todos querendo atenção
O vento que sopra saudade A fumaça mais doce e pálida Não é que sorrir seja fraude Mas há alguma coisa cálida
Deu palpites meu destino louco Consigo o que sonho aos poucos Falo e que fique ao eco Pois se torno a reclamar peco
E pude sentir a maldade Nesse sol de toda realidade Nessas oscilações penosas Saudade de algo tenho, existe Uma coisa saudosa
Sobre os ruídos da conversa Da canção, da respiração Do que é coisa inversa Desse silêncio e do agito da palpitação
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Autoria: Franciéle R.Machado
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Música " Breves Certezas"
Venho com novidades, agora estou no mundo musical também e estou com
alguns vídeos no youtube...e há um em especial que é de uma canção
criada por mim "Breves Certezas" que foi tocado no Cine Rock Itaqui. A Música e a Poesia juntas!
Obs: No início o microfone está baixo, mas depois melhora...
Breves Certezas Letra, melodia e arranjo: Franciéle Machado Solo e finalização: Juliano Cabral
A vida passa E o comum já não tem graça Não quero nada mais E a gente faz pirraça Achando que assim se acha a paz, a paz Que depressa se desfaz em um choque de realidade
Perdi à tarde na solidão e ainda assim Não gosto da multidão
E eu quero o silêncio das minhas ideias E não chorar misérias por causa dos temporais passados Então eu sinto o impacto de qualquer verdade Isso é um confronto em pleno final de tarde
Eu acho que eu sou a solidão Mais bonita Eu acho, eu acho (2X)
(Solo)
Eu acho que eu sou a solidão Mais bonita Eu acho, eu acho (3X)